quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Dia 101/365

A CAMINHADA

A gente não pode nem comemorar uma conquista, que no dia seguinte já acontece um revés para azedar o munguzá. Embora eu não tenha o costume de "lembrar" o compromisso assumido pelo(a) voluntário(a) de véspera, ontem à noite fiz questão de avisar, pois a caminhada de hoje havia sido agendada pela filha da vítima, a jornalista Débora Carvalho. Trocamos mensagens, confirmamos endereço e horário, depois fui dormir tranqüilo. Às 5h55 telefonei novamente, mas a ligação chamava três vezes e caía. Depois passou a cair direto na caixa postal. Passei uma mensagem-recibo com a frase "cadê Terezinha?", peguei um táxi na Aurora e desci na Beira-rio às 6h05. E nada. Caminhei 1,4 km e nada. Terezinha, a mãe; e Débora, a filha da mãe, agora figuram na minha lista negra. 
E assim, lá estávamos novamente eu e o Menino Jesus, numa caminhada reflexiva da Beira-Rio à Rua da Aurora (claro que voltei a pé, né!). Como já passava das 6h40 quando desisti de esperar, resovi fazer o caminho de volta pelo percurso da ida, na esperança de ver minha cara-metade levando os meninos para o colégio. Atravessei a ponte da Torre, virei à esquerda na Rui Barbosa, driblei alguns cocôs de cachorro e virei à direita, para sair na Conselheiro Portela. Lá no final da via, dobrei à direita e saí na João de Barros. Quando estava quase chegando embaixo do viaduto, finalmente vi minha família passando no carro. Dei tchauzinho com as duas mãos e continuei minha peregrinação pela Rua dos Palmares, pelo muro do cemitério, depois Avenida Mário Melo, Cruz Cabugá, Rua do Lima e, finalmente, Rua da Aurora.
Atividade física concluída com sucesso!!!! Foram 7,28 km de raiva, ódio e rancor! kkkkkkkkk, brincadeira, Bobó e Terezinha, afinal, "shits happens" !!!! Mhuahahahahahaha!!!!

Eu, indo de ônibus para o trabalho (ônibus vazio, felizmente); 
O relatório da caminhada de hoje, só por curiosidade; 
e meu sósia famoso (recebi de um amigo, no WhatsApp)

COMO ANDA A ALIMENTAÇÃO?

Hoje encarei três pedacinhos de doce caseiro de banana (UÊPAAAAAAA!!!!!), geladinho e refrescante, para me dar a sustança necessária para levar um bolo e voltar a pé lá da casa de Carvalho, um amigo meu que mora na Torre. Na volta, um singelo copázio de leite de soja light, e nada mais. 

VOCÊ NÃO SABE OS PASSOS QUE DEI PRA CHEGAR ATÉ AQUI...

Ontem eu queimei minha língua, pra deixar de ser safado. Adepto da filosofia do não-desperdício - sobretudo de alimentos - inventei de fazer uma panela de doce de banana, aproveitando duas palmas de frutas já escurecidas pela ação implacável do tempo. A delícia rendeu uma panela enorme que deve durar pelo menos 24h lá em casa. Modéstia à parte, o doce ficou profissional, com direito a cravo-da-índia e sumo de limão. Quando a fervura atingiu o ponto de doce, desliguei o fogo e fiquei fazendo hora diante da TV, até que o negócio esfriasse para poder ir à geladeira. O que eu não sabia era que a consistência grossa do doce conserva o calor, e quando fui lamber a colher... shhhhhhhhh!!!! Fiquei tato na hora. E foi assim que eu não engordei. 

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